A história é de chocar. Uma garota deslumbrante. Uma noite que parecia perfeita. Mas quando o sol nasceu, o jovem que despertou em uma banheira estava coberto por gelos e cortes indicavam o que o bilhete comprovara: tivera os rins roubados. Em outro cenário, uma garota se levanta e vai ao banheiro para retornar aos gritos, pois uma loira com algodões no nariz, na boca e no ouvido a esperava. São inúmeras as narrativas desse teor - cada qual com suas características – que se espalham pelo mundo de forma surpreendente. São as lendas urbanas: narrativas fantásticas que se apóiam em testemunhos reais, apesar de jamais o narrador ter sido a vitima e sim conhecido de alguém que jura ter vivenciado o fato, são contadas como verdades absolutas. Assim surgem as lendas urbanas.
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21 de out. de 2010
Lendas não tão urbanas
A história é de chocar. Uma garota deslumbrante. Uma noite que parecia perfeita. Mas quando o sol nasceu, o jovem que despertou em uma banheira estava coberto por gelos e cortes indicavam o que o bilhete comprovara: tivera os rins roubados. Em outro cenário, uma garota se levanta e vai ao banheiro para retornar aos gritos, pois uma loira com algodões no nariz, na boca e no ouvido a esperava. São inúmeras as narrativas desse teor - cada qual com suas características – que se espalham pelo mundo de forma surpreendente. São as lendas urbanas: narrativas fantásticas que se apóiam em testemunhos reais, apesar de jamais o narrador ter sido a vitima e sim conhecido de alguém que jura ter vivenciado o fato, são contadas como verdades absolutas. Assim surgem as lendas urbanas.
20 de out. de 2010
O medo, o homem e a literatura - Tânia Souza
"A emoção mais forte e mais antiga do homem é o medo, e a espécie mais forte e mais antiga de medo é o medo do desconhecido.”
( H. P. Lovecraft )
A literatura é uma arte de constante provocação, de pura inquietação. Provoca a beleza, provoca o espanto, encanta, surpreende, recria e cria. Leva de leve pelas mãos e inesperadamente joga o leitor entre sombras de dor ou lago de risos. Com ela, sentimentos como o amor, a raiva, o ciúme, a esperança, a tristeza, a alegria, o desejo, a inveja, a amizade e tantos outros, recontam a historia do homem. Seres comuns, divinos, fracos, homens, bichos e deuses, meros objetos, nada nem ninguém passa impune, ou imune, pela obra literária.
O poeta, o escritor, o romancista, aquele que tem em mãos o papel, o lápis, o computador, e nos pensamentos uma inquietação, uma eterna procura, é ele o demiurgo, o criador e a criatura das palavras. Escuta os sussurros das épocas, dos homens, da vida e desenha com seus vocábulos um universo, o texto.
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